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Tira Gosto

POLÍTICOS ESTÃO…
“Meus caros e impolutos colegas, volto ao tema do cotidiano, que é a parafernália corruptiva que está dominando a nossa classe política. Como anda dizendo um velho amigo, a política virou uma maneira de se aproveitar das benesses que a função fornece, ou oferece. O Bentinho, que anda pra lá e pra cá (é aspone político), coloca que o diabo atenta…”, colocou o Apolinário, aproveitando que ele (o Bentinho) estava ausente.

…NO MATO SEM…
Ainda versando sobre o assunto, o Apolinário observou que “também estamos atravessando uma fase em que o leitor e eleitor estão tomando conhecimento do que vem ocorrendo nas diversas cercanias, mais ainda em Brasília e Mato Grosso, onde cada vez se descobrem grandes maracutaias, grandes malversações e enormes descalabros nos mais inverossímeis cantos”.  

…CACHORRO E…
“Por este motivo não abandono a minha campanha do voto consciente. Temos que saber votar, saber escolher, pois mesmo assim ainda corremos o risco de errar no voto, como colocou o caminhoneiro Odilon Fonseca, que diz ter votado no Baiano Filho. Mesmo assim tenho certeza de que ele continuará votando, buscando outros candidatos. Hora haverá que iremos acertar”, colocou o De Lucas.

…DESNORTADOS…
“Realmente o Odilon está colocando pra fora o que o povo tem vontade de falar e não fala, por comodidade. Tem os que ficam sentados esperando ações de outros que o possam beneficiar, futuramente enquanto outros, numa verdadeira pobreza de espírito, diz que não mais irá votar, que todos deveriam fazer o mesmo. É algo que não devemos esperar. Precisamos sim, votarmos conscientes e fazer como o Odilon, que é colocar a boca no trombone”, disse o Hermenegildo.

…COM OS RUMOS…
“Também concordo com o que o Odilon Fonseca está fazendo. É o que todos deviam fazer. O alerta está dando e muitos o estão aplaudindo pelas suas denúncias e decepções com os políticos, de um modo em geral. Aqui no Mato Grosso o dinheiro desviado poderia estar ajudando na manutenção do trabalhador e também na saúde pública. Os desvios são assustadores e inconsequentes”, inseriu na conversa a Mariusa, ex-petista.

…DAS DELAÇÕES…
“Bem amigos, só temos que esperar os vereditos da Justiça que, podem acreditar, ocorrerá no passo da tartaruga, principalmente quando a maioria dos corruptos contam com foro privilegiado, o que os ajuda a serem ´espertinhos` e correrem em busca de ´adjutórios`”, colocou um primo do De Lucas, que estava assuntando a conversa.

…DESMEMBRADAS
 “Uns colocam nos bolsos, outros em caixas de sapatos, outros nas bolsas e até nas meias. O interessante é que ainda se acham injustiçados, pois dizem pegar as ajudas para atenderem suas necessidades. O mais horrível de tudo é descobrir os nomes, pois alguns tinham a fisionomia de honestos. Quem vê cara, não vê coração, dizia meu avô”, voltou a colocar o Apolinário.  

MELECADA…
O caldeirão está fervendo em Brasília com a “mancada” dos delatores da JBS. São experts em negócios, mas fracos em gravações e agora causam tumulto generalizado. Pelas palavras do Procurador Geral Janot, eles podem, ter prejudicado somente eles mesmos (estão presos) por falar pelos cotovelos. Dá-se também a entender que jogaram merda para todos os lados, inclusive no próprio Janot.

…E TITICADA
Segundo Janot, o acordo foi, por enquanto, rescindido, parcialmente e os benefícios dos delatores poderão ser totalmente cancelados se descobrirem novas ´mancadas`. As provas já apresentadas, porém, não serão invalidadas e continuarão sendo usadas contra os malfeitores que enfestam nosso pais e que não são  poucas, sobrando até para Mato Grosso.

AGROTÓXICOS…
Conforme detectado por fiscalização, estima-se que os agrotóxicos ilegais representam em torno de 20% do mercado legal do setor no Brasil, que está próximo a R$30 bilhões por ano. O contrabando e a falsificação de agrotóxicos implicam em riscos à saúde humana, ameaçam a segurança alimentar e o consumidor, impõem riscos ao meio ambiente, e ainda prejudicam o mercado de trabalho.

…QUE ANIQUILAM
Já imaginaram se os legais já causam danos na saúde, o que poderá ocorrer no complemento negociado por malfeitores, que não são políticos. Diminuem a arrecadação e lesam o Fisco (aproximadamente R$3 bilhões por ano) provocam perda substancial de investimento, inclusive o estrangeiro, dificultam as exportações do agronegócio, incentivam a corrupção e o desrespeito à Lei, e fomentam o crime organizado, o tráfico de drogas e de armas.

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