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A casa está caindo

Diz velho ditado de que onde há fumaça, há fogo. As colocações começaram como um murmúrio e vem se alastrando, gradativamente. Nós daqui já falávamos há muitos anos atrás, quando observávamos a corrupção se alastrando. Agora a maioria dos brasileiros quer o retorno dos militares ao poder, de maneira diferenciada, mas dura com os fora da lei.

O clamor popular aumenta, no dia a dia, muito embora não se saiba o alcance das colocações, ou seja, intervindo onde deve intervir, ou se com força total. As palavras do General Mourão em uma Loja Maçônica de Brasília parece ter colocado à descoberto o fio do novelo que poderá ser desenrolado a qualquer momento.

De uma forma ou de outra, representando ou não (também nos bastidores) a classe, o recado foi dado. Já houvera outros pronunciamentos assemelhados, mas este, mesmo sendo colocado em sentido dúbio, dá o recado. E a colocação foi feita dentro de um templo maçom, que tem no seu ceio mais de 98% de cidadãos probos.

Muitos se lembram dos trabalhos de limpeza que foram feitos pelos militares e só reclamam dos mesmos os que tinham a pretensão de saquear a nação, como vem fazendo os corruptos de agora, várias matizes, incluindo aí a classe política, os PV e PCCs da vida.

Segundo estudiosos, o Brasil virou um nicho de corrupção e ela começa justamente onde se fazem as leis. É onde os muitos envolvidos começam a zombar da Justiça, dando a entender – como vem fazendo o Lula e seus asseclas – de que o certo tem que passar a ser errado e o errado passando a ser o certo.

“Que País é este, Companheiro?”, diria o escritor Fernando Gabeira, que também passou a pertencer à classe política brasileira, embora de forma coerente e transparente. O que não se entende, perfeitamente, é como a Justiça anda tão morosa, tão envolvida neste emaranhado de desentendimentos profissionais sem dar mostras de maior celeridade nas demandas corruptivas.

Para o público descrente e até alheio aos fatos, a corrupção aumenta assustadoramente. Comprova isto o trabalho que vem sendo efetivado pelas polícias, nos vários cantos do País, mas que não alcança grandes repercussões por serem subjugadas logo no início, dado ao passa e repassa, até que são escamoteadas pelo tempo.

Os exemplos estão aí, tanto em nível estadual, como nacional; quando muitos, tidos como corruptos, estão seguindo à trilha de Lula; Não sei de nada, não vi nada. Sou o mais inocente do Brasil… Anda rindo da cara da Justiça…

Nem os que foram gravados, confessam o crime… A descrença está generalizada e o jeito, conforme um leitor, é chamar os militares para colocar ordem na casa… Também não é só chamar, por que eles não são marionetes, vamos ter que implorar…
Conforme o saudoso Bezerra da Silva: “Se chamar pega ladrão, não fica um, meu irmão…”

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