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Controvérsias em Aragarças

Tem fatos que se for considerado nas suas várias facetas, ficamos, como o ditado popular, “a ver navios passando”. E isto se observa na vizinha cidade de Aragarças, quando os distúrbios políticos sintonizam que as coisas não vão bem para os seus munícipes. Falam mais alto os interesses políticos…

Conforme um morador, a cidade vive um tempo de azar, pois quando tudo está andando, tomando rumo, os interesses políticos predominam. Voltando ao tempo, quando assumiu um prefeito tido como desonesto (réu assumido), este ficou todo o seu mandato sob as asas da Câmara Municipal, que engavetou discussões à respeito de sua conduta nebulosa.

Deu no que deu, passou todo o seu mandato em brancas nuvens, ou seja, nada fazendo, mas vivendo sob o manto de algumas autoridades locais.

Foi no percorrer deste período que a cidade acabou totalmente, no centro e nos bairros. O povo chiou e chamou de volta o ex-prefeito José Elias, que muito tinha feito pela cidade, quando tinha sido administrador da mesma. Voltou e fez com que a cidade comemorasse e passasse a viver seus bons augúrios, expectativa de um futuro promissor.

Mas eis que, por motivos alheios a vontade de muitos, ele não se entendeu com alguns membros do Poder Legislativo que o afastou do cargo, com a celeridade que antes não ocorreu no tempo do ex-prefeito Aurélio, tido como ficha suja, ou tarja preta, no ditado popular.

As denúncias contra José Elias (certas ou erradas) foram feitas no calar da noite, ou melhor, nem deram chances para que ele se explicasse, ou fosse também réu confesso, no esquema, apresentado, como foi o prefeito anterior. No olhar do Poder Legislativo houve a diferença, pois nem para se explicar o atual mandatário de Aragarças teve tempo.

O certo, conforme a ótica de muitos aragarcenses, é que a cidade volta a ter um diferencial do antes e depois. Claro está que, felizmente, colocaram (provisoriamente?) o vice que também tem boa história na cidade e quiçá também não caia na malha fina de alguns vereadores que gostam de trabalhar, de maneira complicada.

Por outro lado há também vereadores que almejam trabalhar de acordo com suas consciências e a bem da própria cidade, que não merece o que está vivendo. Não se defende aqui se o José Elias está certo ou errado. Defende-se o que deveriam sim, exigir explicações factuais, o que não foi feito na administração de Aurélio Mendes.

Aragarças precisa crescer ter vida própria e não viver na sombra do Pontal e Barra do Garças.

Necessário se faz que suas administrações (Prefeitura e Câmara) tenham a audácia necessária para ir buscar o desenvolvimento que ela merece, seja em Goiânia, ou em Brasília. Uma cidade unida vence unida, trabalha unida. É assim que deve ser. O que não se pode é ter de volta um Aurélio Mendes, que era tão querido de alguns vereadores, mas que decepcionou por todo o tempo a grande maioria dos aragarcenses. Que venham novos tempos…

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