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Zé da Madruga

*** Palavras são palavras, ontem, hoje e sempre. Infelizmente umas são jogadas ao vento, não servindo de esteio do afirmado, no ontem.

*** Há palavras, porém, que são ditas na solidez da fisionomia e que servem mais que documento, que o papel, que pode se molhar e derreter, ou ser queimado.

*** Estas, soltas ao vento, são ditas no sentido único de usar. O interessante que usa com tanta convicção que o interlocutor que está sendo manipulado, acredita.

*** Acredita por que é um crédulo que crê no ser humano, esta matéria ignara, que mais parece uma formiguinha de nada, mas carrega o rompante da falsidade, que fica embutida, na visão do outro.

*** Já trilhei vários caminhos, já vivi vários momentos, bons e ruins, mais bons que ruins, por que há pessoas e pessoas e, felizmente, os melhores sobrepujam os maus.

*** Falo isso de maneira até complacente por que tenho dó das pessoas que pensam estar manipulando; que se sentem importantes. Sobem em um papel e já começam a fazer discursos. Cai igual jaca podre, no decorrer do tempo…

*** Nos bons momentos repasso à minha mente que graças aos bons (e honestos) amigos seguimos com o nosso projeto de viver bem e clamando para que os nossos próximos estejam cada vez melhor.

*** Como sempre gosto de dizer, poucos são os amigos, que, mesmo à distância, ou mesmo perto, nos faz continuar acreditando que a vida é uma dádiva. Ainda tenho amigos, que não são falsos…

*** O desabafo é um desabafo, pois ninguém tem culpa das minhas boas intenções para com o próximo, que não são tão próximos.

*** Por outro lado, já que estou no assunto, haveremos de ressaltar que, mesmo com os tempos escassos, ainda encontramos vaga para nos reagruparmos, numa boa prosa; numa boa conversa.

*** Nada melhor para isto que um encontro lá no Jesus, do Quarto Crescente, ou no Restaurante do Joãozinho.

*** Ali se falamos dos bons e maus políticos, da crise e das esperanças de que o Brasil siga bons caminhos diferenciados no pós-eleições, de 2018.

*** É também ali que fazemos nossas reciclagens, colocamos nossas ideias para fora e esquecemos dos tombos que levamos, ou do sucesso que alcançamos.

*** De uma forma ou de outra, a vida segue, pois saindo dali cada um vai cuidar do seu, mas desejando que seus verdadeiros parceiros tenham seus sonhos realizados.

*** Este é o papel de um amigo. Tenho certeza que o Jesus comunga este pensamento. Pode-se até falar, se não for racismo, que tudo tem que ser feito com o preto no branco, ou seja, com tudo às claras…

*** Um lembrete quem quiser se confraternizar o espaço do “Canto da Serra” está disponível com seus salões, piscinas campo de futebol, de vôlei e muita área verde.

*** É lá que a natureza impera, mostrando que as belezas naturais ainda existem. Há também área para Moto-homes e camping. Informe-se nos fones (66) 3401-6537 ou 99209-9625.

*** Lição de vida: um senhor, sentado confortavelmente em sua cadeira, resolver colocar para os seus filhos que o carcavam, a seguinte colocação:

*** Quando eu morrer, sugiro que vocês derrubem esta casa, que fiz com o maior sacrifício, e descubram a surpresa que vou deixar para vocês, em algum lugar dos escombros.

*** Foram vários os questionamentos dos filhos sobre o que seria, mas ele foi irredutível, não revelando o que seria a tal surpresa.

*** Os olhos dos filhos brilharam. Antes pensavam que somente a casa já seria de bom tamanho, mas, diante da colocação exposta, resolveram torcer para que o velho falecesse para descobrir a tal da surpresa.

*** Não demorou muito e o velho faleceu. Nem bem foi sepultado e os filhos se colocaram a trabalhar na derrubada da portentosa casa. Depois de tudo no chão, descobriram uma velha arca.

*** Todos em volta e com grande expectativa descobriram que havia somente um papel com a seguinte mensagem: façam como eu, construindo suas próprias casas, e sejam felizes…

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