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Zé da Madruga

*** Caros amigos e leitores, estamos de volta para outra jornada. Passei uns dias de merecido descanso nesta luta de escrevinhador.

*** Descansei carregando pedras para construir um novo caminho para este ano de 2018, que é o ano da limpeza eleitoral e conquistas pessoais.

*** Pelo menos este é o sonho de quem imagina o Brasil limpo (ou com menos corruptos) desta mancha que nos persegue ao longo dos anos da era petista.

*** Interessante é que tem gente que ressalta que o fulano roubou, mas fez. Há também os que só querem tirar proveito, ou seja, roubar e roubar.

*** Muitos saem ilesos, roubando e ficando por isso mesmo, muito embora agora com os novos tempos e com novos juízes a cobra passe a fumar, colocando nas grades muitos tidos como experts em malandragem, tanto política, como empresarial.

*** A imprensa investigativa também está fazendo a sua parte, além de aplaudir o trabalho dos promotores, da Polícia Federal, civil e militar e demais órgãos.

*** O ruim da história é que o próprio governo federal (como exemplo) passa a mão na cabeça dos suspeitos, acolhendo-os nas suas bases.

*** Temos suspeitos no Executivo, no Legislativo e no Judiciário (este último, pelo que nos parece, com menos incidência). No meio político (de lá, aqui e acolá) está fervilhando, com quase todos tentando tirar suas lasquinhas.

*** Aqui no Araguaia, no tocante aos políticos e política, estamos sem rumo, sem liderança, como nos velhos tempos dos grandes líderes como Valdon Varjão, Ladislau Cortes, Wilmar Peres e outros.

*** Entende-se que não visualizamos nomes com potenciais suficientes para disputar uma eleição de deputado estadual ou federal que nos dê a certeza da conquista por não haver aglutinação. A divisão nos faz fracos…

*** Nas outras disputas o que assistimos foi o próprio prefeito Roberto Farias, o vereador Miguelão e outros do grupo apoiarem candidatos de fora, à mando do todo poderoso José Riva.

*** Deu no que deu, continuamos sem representação política por causa destas incoerências caseira, em nome do partido. Estamos sem obras e sem esperanças de um futuro político melhor.

*** Em tempos idos se anunciava obras por quinzenas. Hoje o crescimento de Barra ocorre naturalmente, ou seja, por ser (ainda) polo regional do Vale do Araguaia.

*** Acho que comecei fazendo o papel de “Advogado do Diabo”. Entendo que estamos no mato, sem cachorro. Precisamos usar da coerência para sairmos desta enrascada.

*** O melhor que acho, e continuo insistindo na tese que defendemos ao longo dos anos, que usamos o voto consciente e não por causa dos interesses obscuros.

*** Que coloquemos pós pingos nas letras certas, ou seja, nos seus devidos lugares… Alguém vai me atender…?.

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