O nome que circula pertence a um servidor de carreira, já conhecido dentro da autarquia por ocupar cargos de direção e por sua experiência com as demandas técnicas do setor. Entidades ligadas ao agro pressionam pela mudança, alegando que o momento exige liderança técnica e não apenas administrativa.
A troca é estratégica, uma vez que Mato Grosso está abrindo novos mercados internacionais para a carne bovina e suína, e qualquer deslize em sanidade ou defesa agropecuária pode custar bilhões ao estado. O recado é claro, não dá para brincar com o passaporte sanitário do maior produtor de proteína animal do país.
A nomeação a princípio deve ocorrer em janeiro de 2026, marcando uma guinada de bastidor com impacto direto na economia.






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