Paulo Batista de Melo/Editor
Sempre que estou objetivando escrever algum fato surge em minha mente o local ou datas relevantes.
Me reporto no presente item a região do Vale do Araguaia ou mais precisamente a acolhedora cidade de Barra do Garças quando aqui chequei em 1986.
Vim para fazer um trabalho jornalístico programado para o período de seis meses. Como bem cita o velho ditado que “quem bebe água do Rio Araguaia/Garças aqui permanece”. Foi o que aconteceu comigo deste então.
Durante todo este tempo passei a observar que além de Barra do Garças ser portal de entrada da Amazônia legal era também tida como a cidade polo do Vale do Araguaia.
Embora com uma população menor na época o comércio era pujante e com uma população flutuante em grande escala quando tivemos mais de dez agências bancarias e voos diários que ligavam as capitais de Goiânia e Cuiabá.
Éramos naturalmente um polo turístico e que a cidade recebia centenas e centenas de visitantes além de pessoas que chegavam para aqui morar e desfrutar das benesses que a região oferecia.
Por um lado, a cidade cresceu, mas por outro lado perdeu por não termos representantes a altura do seu potencial que era latente.
No decorrer do tempo passamos a conquistar, outros tipos de atrativos turísticos como exemplos de visitas a Serra do Roncador, trilhas e cachoeiras diversas. Em tempos passados tivemos a criação de entidades que pretendiam organizar o setor turístico, mas não encontravam ressonância no poder público.
Atualmente palpites e mais palpites continuam sendo expelidos por todos os lados complicando ainda mais a mente daqueles que realmente estão imbuídos em realizar um verdadeiro trabalho de normatização do setor em pauta.
Na verdade, o que se entende é que se todos dão palpites fica difícil exercer a função representativa e mostrar que realmente querem fazer um bom trabalho.
Que o titular da pasta trace seu plano de trabalho e deixe de lado diversas opiniões que só atrapalha.
Conforme estudiosos ‘as pessoas dão palpites por acreditar que estão ajudando, para se sentirem importantes (detentoras da “verdade”)’, mas neste caso estão é atrapalhado processo turístico.






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