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A hora das promessas

O Carnaval passou e a hora de se iniciar os proselitismos políticos já começa a se delinear. Claro que é o começo do começo por que muita água ainda vai rolar para se determinar os ajustes finais, ou seja, para dar partida definitiva para cargos pretendidos pelos pré-candidatos.

Pelo suposto, este embate político eleitoral vai ser diferenciado. É a expectativa, tanto por parte dos analistas, quanto para o próprio postulante e por último, o mais importante, o que fará a diferença nas urnas, que é o eleitor.

Este, como todos sabem, está totalmente insatisfeito com o atual quadro que se apresenta nos cenários locais, estaduais e federais. Querem mudanças profundas, ou seja, querem alijar do processo, todos os que contenham uma macha corruptiva no seu caminhar político.

A corrupção, que está sendo generalizada faz com que os próprios portadores das funções se sintam incólumes, que eles são intocáveis em todos os sentidos, como deixou entender um deputado de Mato Grosso, dizendo que não tem medo da Justiça, dando a entender que ele está acima do certo, ou errado.

Pensam como ele muitos dos que estão em Brasília e outros estados que estão envolvidos nas demandas das malversações. Se sentem acima da Lei e da Ordem, sonhando, como os petistas e demais partidos desonestos que o certo está errado e o errado está certo.

Como o colocado acima, chegou a hora de colocarmos os pingos nos ís, fazendo valer o nosso voto, que é obrigatório num País que se diz democrático. Por outro lado não podemos e não devemos dar munição ao bandido votando em branco ou anulando o voto.

Temos que escolher o menos ruim, na expectativa de que haverá a melhora, caso contrário teremos que partir para os finalmentes, ou seja, exigindo das Forças Armadas que ela cumpra o seu papel de Mão Amiga e defensora das prerrogativas nacionais.

O que se entende é que possamos, numa só tacada, retirar de cena todos aqueles que de uma maneira ou de outram estão tirando proveito (enquanto podem) das benesses instituídas por eles próprios.

Também não devemos esquecer que ainda temos as exceções das exceções, que labutam para implantar aquilo que a população almeja, mas que, por uma razão ou outra, não encontra guarida nos caminhos intentados.

Votar consciente é preciso…

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