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180 municípios derrubam os indicadores educacionais de 850 cidades do Consórcio

Gcom

Governadores, vice e secretários de seis Estados e o Distrito Federal, que formam o Consórcio Brasil Central, querem mais participação dos municípios na formação desse bloco. A intenção é que os prefeitos estejam alinhados sobre temas da saúde, educação e segurança pública. Essa nova formulação foi definida durante reunião do conselho do Consórcio, presidido pelo governador Pedro Taques (PSDB), nesta última sexta (25), no Palácio Paiaguás, em Cuiabá.

Governadores, vice e secretários de 6 estados e Distrito Federal, que formam Consórcio Brasil Central, com governador Pedro Taques nesta 6ª no Paiaguás

Segundo Taques, os Estados do Brasil Central têm quase 850 municípios, sendo que 180 deles puxam para baixo os indicadores educacionais dos Estados. “O principal objetivo é identificá-los para que recebam ações prioritárias. É a mesma situação em se tratando de mortalidade infantil e também de índices de homicídios”, conta.

O governador de Goiás José Eliton (PSDB) afirma que os municípios têm o papel central, uma vez que em determinadas ações os Estados têm limitações perante as prefeituras. “Queremos unir esforços para atingir metas estabelecidas, seja no que diz respeito à diminuição de taxa de homicídio, seja na ampliação de resultados educacionais ou na diminuição da mortalidade infantil”, afirma o tucano durante coletiva.

Vamos poder compartilhar interessantes experiências em Mato Grosso do Sul, onde fazemos uma gestão municipalista, regionalizando a saúde, para desafogar a Capital”

José Eliton pontua que, em Goiás, existem ações programáticas que servem como incentivo aos municípios. Segundo o governador, quando os municípios atingem determinada meta, recebem uma parcela maior do ICMS, fazendo com que gere um círculo virtuoso no que diz respeito a atingir metas.

A vice-governadora de Mato Grosso do Sul, Rose Modesto (PSDB), lembra que nos últimos três anos, desde a criação do consórcio, foram estabelecidas pautas importantes para que os municípios e Estados pudessem superar a crise do país. “O Estado só vai bem quando os municípios estão bem. Vamos poder compartilhar interessantes experiências em Mato Grosso do Sul, onde fazemos uma gestão municipalista, regionalizando a saúde, para desafogar a Capital”, sustenta.

Os Estados que compõem o Consórcio Brasil Central são Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Tocantins, Maranhão, Rondônia e o Distrito Federal.

Greve dos caminhoneiros

Os governadores do Maranhão, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul não foram ao evento em razão da greve dos caminheiros. Diante disso, mandaram secretários ou vice-governadores.

Tarso Nunes/ RDNews

 

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